Associação DAR VOZ AO Silêncio
Comunicado de ImprensaAbusos na Igreja

Comunicado de Imprensa N.º 2

Vítimas de abusos na Igreja Católica fundam Associação “DAR VOZ AO Silêncio” e pedem audiência ao Presidente da República

Comunicado de Imprensa N.º 2 — Presidência da República Portuguesa, Pedido de Audiência. A associação enviou ao Palácio de Belém um pedido formal de audiência para debater o ponto de situação do apoio às vítimas e propor alterações legislativas.

MAIA, 28 de agosto de 2026

  • Nova associação nasce pela mão de dois irmãos sobreviventes para garantir apoio social, representação jurídica e exigência de reparação integral de danos.
  • Documento formal foi hoje enviado ao Palácio de Belém com o objetivo de debater o ponto de situação do apoio às vítimas e propor alterações legislativas.

Dois irmãos, vítimas sobreviventes de abusos sexuais no seio da Igreja Católica em Portugal, uniram-se para fundar a Associação “DAR VOZ AO Silêncio”. A nova estrutura representativa nasce com a missão urgente de quebrar o isolamento dos sobreviventes, combater o esquecimento e assegurar um espaço de solidariedade, apoio social e defesa ativa dos direitos humanos.

Como primeiro ato institucional de relevo, a Direção da Associação endereçou hoje um pedido formal de audiência a Sua Excelência o Presidente da República, António José Martins Seguro.

Os fundadores apelam ao magistério de proximidade do Chefe de Estado para apresentar as linhas prioritárias de ação da associação e debater as falhas estruturais que ainda persistem no apoio às vítimas em Portugal.

A “DAR VOZ AO Silêncio” assume-se como uma voz ativa na exigência de verdade, denúncia, justiça e reparação integral dos danos sofridos.

Paralelamente, a associação pretende intervir junto dos decisores políticos, propondo reflexões e reformas no enquadramento legislativo e institucional português, para garantir mecanismos eficazes de prevenção, identificação e reparação deste tipo de crimes.

“A nossa dor não pode cair no esquecimento institucional. A “DAR VOZ AO Silêncio” nasce para que nenhum sobrevivente enfrente este processo sozinho e tenha VOZ para exigir que Portugal tenha estruturas reais de justiça e reparação.”
Fundadores da Associação DAR VOZ AO Silêncio

A Direção aguarda agora o agendamento por parte do Palácio de Belém, manifestando total disponibilidade para apresentar as suas propostas em prol da proteção dos cidadãos mais vulneráveis.

P’la Direção da Associação DAR VOZ AO Silêncio

Manuel Fernandes, Eng.

Contactos para a Comunicação Social

  • Porta-voz: Manuel Fernandes, Eng. — Presidente, Porta-voz e Fundador
  • Telemóvel: +351 934 013 317
  • E-mail: geral@darvozaosilencio.pt
  • Website: www.darvozaosilencio.pt

Documentos e ligações

Outras publicações

Comunicado de Imprensa

Comunicado de Imprensa — Reunião com a CEP

Igreja falhou no teste da moralidade e da justiça, mas abre porta a segunda oportunidade em reunião histórica com sobreviventes

Comunicado de imprensa sobre a reunião de 1 de outubro de 2026 com a Conferência Episcopal Portuguesa (CEP). A associação fez o balanço crítico do processo de reparação em curso, defendeu a dupla responsabilização da Igreja e do Estado e exigiu uma auditoria externa e independente.

Ler artigo
Comunicado de Imprensa

Comunicado de Imprensa Conjunto N.º 3

Associações de Vítimas de Abuso na Igreja entregam Dossier no Parlamento e exigem fiscalização do Estado, transparência e fim do “silêncio institucional”

Comunicado de Imprensa Conjunto N.º 3 — Envio do Dossier Parlamentar. A Associação DAR VOZ AO Silêncio e a Associação Coração Silenciado entregaram um Dossier Parlamentar à Assembleia da República, solicitando a revisão e uma auditoria externa às compensações financeiras atribuídas às vítimas.

Ler artigo
Comunicado de Imprensa

Comunicado de Imprensa N.º 1

Nasceu a Associação “DAR VOZ AO Silêncio”: sobreviventes de abusos na Igreja Católica unem-se para exigir justiça e travar processo de reparação “imoral”

Comunicado de Imprensa N.º 1 — Apresentação Pública. O movimento fundado por vítimas sobreviventes exige a suspensão imediata e a auditoria total ao atual modelo de reparação financeira e psicológica da Igreja.

Ler artigo